DS & G Consultoria

Blog da DS & G Consultoria Empresarial é voltado ao auxílio empresarial e administrativo para pequenas e médias empresas! Os artigos deste blog são interesse geral para que todos tenham acesso a informação livre.

3/2/09

Crise e desemprego

Sadia demitiu 350 funcionários;

MRS Logística anuncia demissão de até 200 funcionários;

Perdigão demite 233 funcionários;

Autopeças Marelli confirma demissão de 800 funcionários;

3M demite 1,8 mil funcionários;

Volkswagen demite 350 pessoas no programa de demissão voluntária;

GM anuncia demissão de 744 funcionários no interior de SP;

Vale já demitiu 1,3 mil funcionários;

Volvo dispensou 430 funcionários;

Embraer demite cerca de 500 funcionários;

Frigorífico Margen demite 3.500 funcionários;

Frigoestrela S/A demite cerca de 700 funcionários;

Grupo Arantes demite 150 funcionários;

Fabricantes de ferro-gusa devem demitir 10% dos empregados;

Por baixo 11.257 desempregados a mais no mercado. Isso só levando em conta essas poucas empresas divulgadas aqui. Uma previsão simples de que cada desempregado sustente uma família com mais 3 pessoas, 33.771 pessoas afetadas pela crise. Se cada um dos 11.257 tivesse uma renda média de 800 reais, 9 milhões a menos na economica mensalmente.

É a crise afetando a economia mais ainda…

Até mais e sucesso

Daniel Scombati

criado por scombati    8:42 — Arquivado em: Administração — Tags:, ,

29/1/09

O mercado da moda

Pouca gente percebe ou tem a sensibilidade para observar o mercado da moda como um grande empregador e gerador de renda. A grande maioria o vê como o mercado da futilidade ou de quem não quer pegar forte no batente.

Mas mesmo essas pessoas, se observarem com calma, perceberão que é um dos mercados mais estáveis economicamente falando e um dos mais promissores para se investir.

Já vimos em post’s anteriores empresas do ramo da construção civil, empresas alimentícias, do ramo de varejo e ainda não foi postado aqui, mas muitos sabem do estado financeiro das grandes: Ford, GM e Chrysler.

Mas e as gigantes do mundo fashion?! Até agora só a Bill Blass fechou as portas e a crise auxiliou, porém não foi o fator determinante e a Chanel anunicou que demitirá 200 funcionários, que beira 10% dos funcionários. Considerável? Nem tanto quanto os da indústria automobilística.

O mercado da moda parece superar as expectativas e se manter firme diante da crise, monstrando uma estabilidade invejável.

Vamos fazer um comparativo dos números de 2005 e de 2007:

2005 -

- Emprega 1,5 milhões de pessoas em indústrias metalúrgicas, químicas e de calçados;
- 8° maior produtor mundial de tecidos;
- Em 2005 o Brasil exportou US$ 2.2 bilhões, enquanto que o comércio mundial (importações e exportações) foi de US$ 450 bilhões.

2007 -

- Trabalhadores: 1,65 milhão de empregados, dos quais 75% são
mão-de-obra feminina;
- 6º maior produtor têxtil do mundo;
- Exportou aproximadamente US$ 2,4 bilhões.

O que podemos perceber neste comparativo, com dados da ABIT, que é um instituto série de pesquisas economicas no setor têxtil, vemos que há uma crescente no mercado, com aumento de mais de 150 mil empregos, saltando 2 posições como produtor e aumentando mais de 200 mil dolares em exportações. Isso porque o mercado da moda brasileira é considerado amador e primitivo e só agora está começando a se profissionalizar agora com cursos técnicos, superiores, cursos de pós-graduações e MBA’s na área de moda, estilismo e gestão da moda. Com isso, tende-se a entrar em uma crescente maior ainda, aumentando emprego, gerando renda e auxiliando no crescimento economico do Brasil, pois a profissionalização sempre traz benefícios.

Abaixo mais alguns números da moda no Brasil para que você, caro leitor, perceba o quão grande e importante é este mercado:

Dados Gerais do Setor (2007) - ABIT

- Faturamento estimado da Cadeia Têxtil e de Confecção: US$ 34,6 bilhões (crescimento de 4,85% em relação a 2006, quando registrou US$ 33 bilhões);
- Exportações: US$ 2,4 bilhões;
- Importações: US$ 3,0 bilhões, principalmente chinesas;
- Trabalhadores: 1,65 milhão de empregados, dos quais 75% são
mão-de-obra feminina;
- 2º. maior empregador da indústria de transformação;
- 2º. Maior gerador do primeiro emprego;
- Número de empresas: 30 mil;
- Sexto maior produtor têxtil do mundo;
- Segundo maior produtor de denim do mundo;
- Representa 17,5% do PIB da Indústria de Transformação e cerca de
3,5% do PIB (total brasileiro).

Só por ser o segundo maior empregador brasileiro já demonstra a importância do setor. E pelo crescimento do mercado, será um ótimo segmento para se investir. Vamos ficar mais atentos neste setor da economia brasileira e mais para frente falamos mais a respeito!

Até mais e sucesso!

Daniel Scombati
Sócio Consultor DS&G Consultoria Empresarial

criado por scombati    13:14 — Arquivado em: Administração — Tags:, , , , , ,

11/12/08

Direcionamento da carreira - Por Gerson Júnior

Hoje de manhã fazendo aquela velha caminhada e ouvindo a CBN, ouvi a coluna Mundo Corporativo, com o caro Max Gehringer, na coluna de hoje ele respondeu ao e-mail de um jovem, que no final do ano irá se formar em Economia e “antes de enfrentar o mercado de trabalho” estava em dúvida entre 4 direcionamentos:

1 - Fazer um MBA em gestão estratégica de negócios;
2 - Fazer uma pós graduação em Tecnologia da Informação;
3 - Fazer um mestrado;
4 - Passar um ano no exterior para que pudesse ser fluente em inglês.

Ao ouvir essas 4 opções do ouvinte, me veio a cabeça… “Putz, olha as opções do cara, e eu aqui, simplesmente trabalhando!!”, mas… fiquei bastante contente com o direcionamento que escolhi depois da resposta de Max Gehringer.

Ele falou que o jovem deveria escolher a opção de número 5 que era justamente a opção que ele havia descartado, ou seja, enfrentar o mercado de trabalho (não preciso dizer que neste momento veio um imenso sorriso no meu rosto e a sensação de “estou indo no caminho certo”). É isso, segundo Max Gehringer no mercado de trabalho é que voce realmente vai ver o que o mercado precisa que você faça, é lá que você vai ter as mais variadas experiências e tarefas que você gostará de fazer ou que achará inútil para sua vida e aí sim, após isso você poderá ver melhor a diferença entre o mundo real e o mundo que os acadêmicos pregam e como eles gostariam que as coisas funcionassem.

Portanto amigos trabalhadores como eu, estamos no caminho certo! Mas… que que fique claro que não é por isso que você não vai fazer um MBA, um Mestrado ou alguma especialização do tipo, CLARO QUE SIM, mas de acordo com a real necessidade do mercado e claro com suas reais vontades de dar um upgrade na sua carreira!

Clique aqui e ouça a coluna!

De 18 de novembro de 2008

Gerson Júnior

criado por scombati    13:35 — Arquivado em: Administração — Tags:, , ,

27/11/08

As 10 melhores empresas para se trabalhar

Segundo o portal Exame:

1º Volvo
2º Chemtech
3º Masa
4º Caterpillar
5º Landis+Gyr
6º Laboratório Sabin
7º ArcelorMittal
8º Promon
9º Albras
10º Serasa

Entre as 10 melhores temos 5 de origem brasileira: Masa, Laboratório Sabin, Promon, Albras e Serasa. Uma em terceiro lugar. Ótimo para o Brasil que mostra que estamos nos desenvolvendo e fazendo benchmark de gestão de pessoas em empresas multinacionais. Até porque, o maior patrimônio que uma empresa pode ter é seu capital humano.

Até mais e sucesso

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    15:46 — Arquivado em: Administração

Desenvolvimento Sustentável

Um assunto amplamente debatido atualmente é o Desenvolvimento Sustentável. Esse assunto ganhou força depois os documentários “Uma verdade inconveniente” de Davis Guggenheim(Engana-se quem pensa que é de Al Gore) e o chamado “A Última Hora”, de Leonardo DiCaprio.

Atualmente em diversas empresas sérias se aborda muito este assunto, com políticas voltadas ao desenvolvimento sustentável mas o que a grosso modo seria isso ?!

Desenvolvimento Sustentável é prover o melhor para as empresas e para o meio ambiente. Para uma empresa ou instituição ser sustentável ou ter sua política de responsabilidade social elaborada, tem que possuir quatro requisitos básicos, que são:

- Ecologicamente correto;
- Economicamente viável;
- Socialmente justo; 
- Culturalmente aceito. 

O Desenvolvimento Sustentável vai além de produzir alimentos orgânicos, sua área de atuação é mais ampla e muito mais lucrativa do que se imagina.

Segundo dados do IBGE de 1997 a 2002 o investimento da indústria em controle ambiental saltou 86,4%, para R$ 4,1 bilhões. Só a Vale do Rio Doce investiu em 2006 cerca de R$ 317 milhões para área ambiental.

O Brasil hoje é considerado um foco para investimentos ambientais, visto que a preservação da Mata Atlântica e da Amazônia reflete fora do país, principalmente por empresas do setor de papel e de medicamentos que são cobradas pelas matérias primas. Empresas que compram aço, ferro e madeira(só para citar alguns exemplos) cobram seus fornecedores para saber se não há prejuízo ambiental na extração dos mesmos, se o meio ambiente em que atua o fornecedor é preservado. O setor petroquímico é extremamente cobrado também sobre o impacto ambiental que podem causar e quais as políticas sócio-ambientais que eles possuem.

Abaixo existe algumas empresas com link direto em seus projetos de desenvolvimento sustentável:

- Bosh
- Votorantim
- Independência
- Fiat

Se desenvolver sem poluir, ser lucrativo sem abusar dos recursos naturais atualmente é indispensável e em um futuro próximo deixará de ser um diferencial para ser algo obrigatório.

Hoje para fazer bons negócios, passar uma imagem boa para o mercado consumidor, deve-se ter uma política séria de responsabilidade ambiental. Além do mais, está em alta e é um ramo altamente lucrativo para se investir.

Até mais e abraços

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    15:23 — Arquivado em: Administração — Tags:, , ,

26/11/08

Top 5 - Frigorifícos

Eles são grandes, são fortes, são os 5 maiores do país e estão entre os maiores do mundo. Eles são:

- Friboi;
- Bertin;
- Minerva.
- Marfrig;
- Independência.


Friboi é o maior do mundo, detém 45% do mercado mundial em carne, domina o mercado brasileiro e o norte-americano, além de ser um dos maiores da Argentina, Austrália e Itália.


Bertin emprega mais de 25 mil funcionários no país, é o segundo maior exportador de carne, faturou em 2007 cerca de R$ 6,6 bilhões e abate cerca de 12,25 mil cabeça de bovinos por dia.


Minerva é o terceiro maior exportador de carne bovina do Brasil, é a 40ª empresa que mais exporta do Brasil, só primeiros 6 meses de 2008 teve uma receita líquida de US$ 346,8 milhões.


Marfrig é uma das maiores do país, em 2007 fechou com receita líquida de R$ 3,340 bilhões de reais e atua com proteína animal em 3 frentes que são bovino, suíno e avícolo e tem 5 centros de distribuição fora do Brasil, localizados na Argentina, Uruguai, Chile, Estados Unidos e Reino Unido. O Marfrig tem capacidade de abate de 400 mil aves por dia.


O Independência tem cerca de 19 unidades em 7 estados do Brasil e 1 no Paraguai em Fernando de La Mora, tem projetos de biodiesel, fertilizante orgânico e abate cerca de 9,5 mil bovinos por dia e é uma das maiores operadoras de logística refrigerada do país. Tem um faturamento anual de R$ 1,5 bilhões.

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    16:49 — Arquivado em: Administração

BAT - BRISTH AMERICAN TOBACCO

Por trás de um Cigarro existem gigantes corporações.
Uma delas é o Grupo BAT - BRISTH AMERICAN TOBACCO, detentora da Marca Souza Cruz aqui no Brasil.

A British American Tobacco é o mais internacional grupo de tabaco, com cerca de 17% de participação no mercado global, realizando negócios em mais de 180 mercados nacionais. Uma característica marcante do grupo é sua estrutura descentralizada, com cada companhia local tendo uma grande liberdade de ação e responsabilidade por suas operações, dentro de uma grade global de princípios e padrões claramente definidos, a partir da sua sede em Londres.

Com 47 fábricas em 40 países, o grupo BAT emprega mais de 53 mil colaboradores e tem mais de 280 mil produtores agrícolas integrados às suas operações em todo o mundo.

No começo da década de 90, a British American Tobacco decidiu basear o crescimento dos seus negócios no mundo focando esforços unicamente no ramo do tabaco - uma decisão que reorganizou e transformou o grupo, que até então havia diversificado suas atividades. Em 1995, esta orientação incluiu a meta viável, porém desafiadora, de reconquistar a posição de líder da indústria mundial do tabaco. Todas as empresas do grupo adotaram estratégias estabelecidas para atingir este objetivo e, no decorrer da última década, a participação da BAT no mercado aumentou em quase 50%.

Esta conquista é resultado do reconhecimento do grupo de que uma única marca não satisfaz a todos. Muitos adultos decidem fumar e fazem escolhas discernindo entre as marcas de sua preferência. Assim, as empresas ligadas a BAT em todo o mundo proporcionam ao fumante adulto um leque de produtos diversificado, adequado global e localmente às suas preferências. Embora 95% dos fumantes do mundo consumam cigarros, a BAT complementa seu mercado de atuação com produtos de tabaco para cachimbos e charutos.

Um em cada oito dos cerca de um bilhão de fumantes do mundo é consumidor de uma marca produzida por empresas do grupo BAT.

Nas suas marcas internacionais, a BAT concentra foco e recursos em quatro delas: Lucky Strike, Kent, Dunhill e Pall Mall. As vendas destas quatro marcas representam 44% das vendas das marcas internacionais da BAT e cerca de 24% do volume total de vendas do grupo.

A marca é vendida em mais de 90 países ao redor do mundo, sendo a mais vendida e valiosa da empresa Brown & Williamson, pertencente ao Gurpo BAT. A marca é extremamente popular na França, Alemanha e Espanha.

Kent é a décima marca mais consumida no mercado norte americano, vendendo cerca de 19.6 Bilhões de cigarro ao ano. O Cigarro é líder em vendas no mercado japonês e é vendido em mais de 70 países atualmente.

Dunhill é uma marca de cigarro de luxo. Eles são vendidos por um preço maior do que os outros cigarros comuns. Ele é exportado principalmente para a Europa, Sul da Ásia, Sul da África, Nova Zelândia e Austrália, mas pode também ser achado na Internet e em lojas de cigarro nos Estados Unidos e Malásia, e também no Canadá. O cigarro Dunhill era notoriamente apoiado pelo lendário jornalista, Hunter S. Thompson.

Atualmente o Pall Mall, conhecido como “Famous Cigarettes”, é vendido em 5 versões diferentes, sendo comercializado em mais de 60 países, incluindo a Alemanha, Rússia, Itália, Indonésia e México.

Por Guilherme Gotardi
Contador
Diretor de Controladoria e Finanças da Dental Prado/Tupã
Sócio Consultor da DS & G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    12:51 — Arquivado em: Administração

19/11/08

Cooperativismo - Um modelo de negócios

O que é cooperativa?

Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida. As cooperativas baseiam-se em valores de ajuda mútua e responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Na tradição dos seus fundadores, os membros das cooperativas acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação pelo seu semelhante.

Segundo dados citados na metodologia de Machado e Filho et al. (2003), existem um total de 7.549 cooperativas no país, 5.258.644 cooperados e 171.395 empregados e a dimensão econômica deste setor é imenso, tendo em vista que o faturamento total das cooperativas agropecuárias no Brasil seja aproximadamente de R$ 13,2 bilhões(OCB, 1997).

Esses dados mostram que é um mercado extremamente grande e que se faz necessário um planejamento correto, pois a competitividade se torna intensa.

E com o mercado competitivo a sobrevivência da cooperativa está ligada a sua profissionalização, transparência e praticidade. Assim sendo traça algumas particularidades em relação a empresas capitalistas que deveriam ser adotadas por cooperativas que são uma gestão em marketing e gestão financeira do sistema cooperativo do Brasil.

A gestão de marketing e financeira em cooperativas é praticamente inexistente, pois se preocupam em produzir em ampla quantidade não em saber o que o mercado pede e como capitalizar a cooperativa.

Medidas como industrializar produtos, pois produtos industrializados conseguem obter a maior margem na hora de se comercializar, implementar um sistema de informações, posicionar, diferenciar e diversificar um produto, são medidas que profissionalmente tratadas auxilia no crescimento e competitividade das cooperativas.

Zylbersztajn(2002) apontava o problema da falta de um planejamento em longo prazo e a gestão de marketing e financeira pode suprir este problema. Além deste problema, problemas como o free-rider, problemas de controle e de acesso ao crédito podem ser facilmente solucionados se houver uma gestão financeira e de marketing apropriada para a cooperativa, com uma profissionalização dos gestores, pois assim os cooperados poderão ter confiança maior na cooperativa e assim o grau de fidelidade aumentaria.

Priorizar alguns eixos estratégicos poderia sanar os problemas intrisecos das cooperativas, como focalizar negócios estratégicos, aumentar a eficiência e a otimização, equacionar relação com os cooperados, entre outros fatores aumentando a competitividade do setor.

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS & G Consultoria Empresarial Ltda.

Extraído de: http://consultordaniel.blog.terra.com.br

criado por scombati    8:22 — Arquivado em: Administração
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