DS & G Consultoria

Blog da DS & G Consultoria Empresarial é voltado ao auxílio empresarial e administrativo para pequenas e médias empresas! Os artigos deste blog são interesse geral para que todos tenham acesso a informação livre.

27/12/08

Salário

Você entrou na Empresa dos seus sonhos, com um trabalho cheio de desafios e novas experiências, mas quando olha na sua conta bancária. Só pensa em uma coisa. Que Salário Ingrato.

Em algum momento, pensou em negociar esse salário com o seu gestor, ou acha que está cedo e não é o momento certo para isso.

Nosso salário está intimamente relacionado ao padrão de vida. Então no momento que se estabeleceu esse padrão de vida, as necessidades de alimentação, moradia, bem estar, educação.

Para todo esse bem estar existe um salário condizente e existe também o interesse do individuo de gerar um capital para si mesmo, para a realização de uma viagem, a aquisição de um carro novo, ou seja, o capital dos sonhos. E também existe a necessidade de longo prazo. Na hora que o individuo pensa em parar. Então nesse sentido, existe a necessidade de um plano de previdência privada, guardar dinheiro em poupança, investir na bolsa.

Para descobrir qual é o nosso salário ideal é descobrir também qual o custo de vida você tem e qual padrão de vida você quer ter.

O Brasil tem uma crença que se tornou popular, de sempre se olhar o salário em curto prazo. Um grande problema nisso é que várias pessoas tomam sua decisões baseadas no momento, ou seja, no curto prazo.

Quando tomar uma decisão de mudança de emprego, uma decisão de carreira, deve sempre manter-se atento e olhar por uma visão anual, de três a cinco anos. Isso tudo porque caso uma Empresa jovem ou de Capital pequeno lhe oferece uma função, todos os valores serão em longo prazo. E talvez o momento não seja o certo.

A questão do salário é algo impar. As pessoas, na sua maioria, sempre acham que não ganham bem, todos se questionam sobre seu próprio salário. Pedir o aumento de salário é justamente isso, a pessoa tem que ter a consciência que o trabalha que se executa, não esta exatamente de acordo com sua remuneração, sendo assim procurar conversar com um companheiro de serviço, com um gestor. Em casos o gestor poderá lhe abrir os olhos, pois no momento o individuo esta planejando um futuro para a Empresa e assim planejando novos salários, novas oportunidades para os próximos anos.

E sempre que conversar com o gestor, tendo uma ou mais contrapropostas, esta sempre com papéis nas mãos, ou seja, jogando limpo. Falando sempre a verdade. Caso tente jogar um verde para colher maduro, pode estar jogando também com sua carreira.

 Abraços fraternais

Por Guilherme Gotardi
Gestor de RH e Contador
Sócio Consultor da DS & G Consultoria Empresarial Ltda

criado por scombati    11:25 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , , ,

26/12/08

Dica de leitura

Quais talentos especiais fazem com que alguns montem um negócio próspero enquanto outros - mesmo com a vantagem de uma formação nas melhores faculdades de administração - afundam uma empresa?
Quais habilidades permitem que alguém pegue uma empresa medíocre e a transforme em líder do setor, enquanto outros conseguem transformar organizações de ponta em verdadeiros fracassos?
Quais são as qualidades coletivas responsáveis pelo contínuo crescimento de uma empresa enquanto seus concorrentes se esfalfam para sobreviver?

Você pode encontrar as respostas, ou pelo menos aprender e se deliciar, com as histórias bem divididas e extremamente bem narradas do livro:

GRANDES EMPREENDEDORES

Fica aí a sugestão de leitura. Você pode se deliciar com a história do Jack Welch ou do Steve Jobs!

Até mais e sucesso!!

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    13:48 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , , , ,

A culpa de Deus

Em algumas empresas menos profissionais percebemos algo que eu gosto de chamar de “A culpa Deus”. Vemos este efeito geralmente em empresas familiares, em micro ou pequenas empresas, e geralmente vem acompanhado de um proprietário evangélico, católico praticamente ou de alguma outra religião. Este efeito é algo que percebemos assim que conversamos com o proprietário:

- Como vai o seu negócio?!
- Está mal, mas se Deus quiser vai melhorar!

Ou:

- Como vai a empresa?!
- Está muito mal das pernas, mas se for da vontade de Deus, nós fechamos.

Até quando devemos “culpar” Deus pelo nosso fracasso ?! Alguns “administradores” são bem claros ao dizer que fechou as portas por causa da vontade de Deus, sendo que o mesmo “administrador” era um fiasco como gestor. Decisões equivocadas, falta de estudo sobre o mercado, falta de estudo sobre aceitação dos produtos, falta de planejamento financeiro, falta de um know-how devido, enfim, falta de inúmeros fatores que não tem nada a ver com Deus em si.

Como protestante, acredito que Deus pode nos ajudar, ajudando a expandir a mente, ajudando a nos dar força para resolver os problemas, ajudando a dar calma em momentos de desespero, entre outras N ajudas. Agora a saúde financeira da empresa é de responsabilidade do seu gestor e das suas decisões. Se vai mal, a culpa não é de Deus, e sim do gestor da empresa!

“A culpa de Deus” é amplamente difundida no meio empresarial e deve ser extinta assim que possível. Deus não faz empréstimos bancários, não cuida do fluxo de caixa, não faz planejamento equivocado, não faz vendas e nem atende os clientes, sendo assim, não devemos atribuir a Ele a falência de qualquer empresa, pois isto é somente repassar a culpa, mostrar que o gestor fez o possível, mas por causa de Deus o negócio não deu certo ou não prosperou. Um erro absurdo! Deus não é sinônimo de incompetência do gestor ou de más decisões!

Não devemos terceirizar nossa culpa para entidades divinas, devemos assumi-la e ter a dignidade de dizer que errou. Não se deve misturar as coisas. Deus pode ser onipotente, onipresente e onisciente, porém não administra empresas privadas ou públicas, não contrata, não demite, não faz vendas e não deixa de cumprir metas ou cotas.

Uma oração, prece ou reza antes de abrir o empreendimento ou ao fechá-lo, em forma de agradecimento é válido e digo que é até saudável, só não podemos misturar as coisas.

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    9:17 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , , , , ,

22/12/08

Pergunte ao Max Gehringer

Estou de saco cheio no meu emprego… – S.L.

Ah, uma refrescante expressão que os mortais entendem. De modo geral, o que gera esse tipo de insatisfação é a falta de perspectiva – aquela incômoda sensação de que amanhã será igual a ontem. Isso ocorre quando a pessoa pensa em um emprego, em vez de pensar em uma carreira. Um emprego é sempre uma relação de curto prazo, porque pode terminar a qualquer momento. Uma carreira é feita de decisões pessoais, sem a participação da empresa, que visam ao total esvaziamento do saco no longo prazo. Sugestão: estude, aperfeiçoe-se, participe de seminários, conheça profissionais que poderão auxiliar na construção de seu futuro. Se você pensar apenas em trocar de emprego, sua situação continuará a mesma.

criado por scombati    14:09 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , ,

Os Primeiros 90 dias de trabalho

Nas grandes corporações quando um novo individuo é contratado ele deve ter um período de adaptação e nesse tempo não deveria ser encaminhado imediatamente a função, ou cargo que lhe será dado.

Temos que tomar o cuidado para que este Executivo fique durante um período conhecendo a Empresa, não só os programas, mas o jeito, a forma de trabalhar dessa empresa e visitando pessoas das quais ele terá que acessar e assim ir abrindo as portas. Isso é um cuidado que todas as grandes Empresas deveriam ter.

No caso de Executivos e Diretores que são pessoas bastantes especificas, deve-se fazer um integração de seus conhecimentos e de seu modo de trabalhar, antes de ir até a equipe de trabalho. Com isso vai-se formalizando com a cultura da Empresa. Seria ideal no prazo de uma semana, quinze dias ou até mesmo um mês para esse “Executivou ou Diretor” conversar com todas as áreas e nesse período começa a sentir um pouco o ritmo  a temperatura da Empresa.

Outra dica importante é que nos primeiros dias de trabalho não se deve mostrar “trabalho como custe o que custar”. Deve-se mostrar interesse, e que está estimulado em aprender e conhecer. Nenhuma Empresa espera que nos primeiros dias qualquer funcionário dê o retorno. O que a Empresa espera de um funcionário, seja ele Executivo, Gestor, Diretor ou Operador é que tenha interesse e esteja estimulado em aprender e a se integrar na Empresa.

 

Por Guilherme Gotardi
Gestor de RH e Contador
Sócio Consultor da DS & G Consultoria Empresarial Ltda

criado por scombati    12:56 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , ,

12/12/08

Meio Ambiente e Exportação de Carne Bovina

O MEIO AMBIENTE COMO BARREIRA COMERCIAL ÀS

 

 

EXPORTÕES DE CARNE BOVINA BRASILEIRA

 

Desde 2004 o Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina, e para 2008, as exportões brasileiras possuem previsão de alcançar 2,6 miles de toneladas, reforçando

o  seu  papel  de  destaque  no  mercado  internacional.  O  maior  crescimento  da  participação das exportões brasileiras de carne bovina no mercado internacional promove uma reação por  parte  dos  países  importadores,  no  sentindo  de  criar  mecanismos  que  reduzam  ou impeçam  essas  exportações.  Muitos  desses  mecanismos  podem  ser  identificados  como entraves  institucionais,  ou  seja,  regras  impostas  pelos  países  importadores  que  permitam criar barreiras ao acesso a seu mercado pelo produto brasileiro. O objetivo desse trabalho é analisar uma dessas regras que poderá se transformar em barreira para uma maior expansão das exportões brasileiras, no caso, o uso de regras ambientais. Para execução do trabalho

foi realizada uma pesquisa exploratória, com o levantamento das informões, por meio de revisão  bibliográfica  acerca  do  ambiente  institucional  que  exerce  influência  na  cadeia produtiva  da  pecuária  de  corte,  com  destaque  para  a  legislação  ambiental  e  as  possíveis ões  dos  países  importadores  para  frear  o  acesso  do  produto  brasileiro,  com  base  no impacto ambiental promovido pelos agentes ecomicos ao longo da cadeia produtiva. O rebanho bovino localizado na área compreendida pela Amazônia Legal (estados da região norte, mais os estados do Mato Grosso e parte do Maranhão) somam aproximadamente 74 miles de cabeças, ou quase 40% de todo o rebanho brasileiro. Em função disso, em 2007 foram abatidos nessa região mais de 10 miles de animais, dos quais uma grande parte é destinada à exportação. No último ano, aproximadamente 33% das exportões brasileiras

de carne bovina in natura tiveram origem em estados localizados na Amazônia Legal, com destaque  para  Mato  Grosso,  Pará,  Rondônia  e  Tocantins.  As  barreiras  impostas  às exportões  de  São  Paulo  e  Mato  Grosso  do  Sul  em  função  dos  focos  de  febre  aftosa contribuíram para esses  meros. A cadeia da pecuária de corte brasileira sofre desafios mercadológicos em rao de barreiras comerciais tarifárias e principalmente, não-tarifárias que se proliferam à medida que os países desenvolvidos se intimidam com o alcance do produto  brasileiro.  Segundo  Contini  e  Talamini  (2005)  as  barreiras  comerciais  têm  por objetivo  proteger  os  produtores  internos  contra  a  concorrência  externa  e  facilitar  as exportões para terceiros países, escoando excedentes. Assim, o aparecimento de novas formas  de  barreiras  não-tarifárias  (BNTs)  é  um  desafio  para  a  Organização  Mundial  do Comércio  (OMC),  pois crescem  e  geram  temas  não   regulados  pelo  órgão  para  algumas cadeias produtivas como a pecuária de corte, em relação à questão ambiental. Nenhum país instituiu  até  o  momento,  legalmente,  mecanismos  comerciais  que  coloquem  a  questão ambiental  como  condição  obrigatória  para  acesso  ao  seu  mercado.  Entretanto  a  pressão exercida   por   consumidores   conscientes   e   de   produtores   que   não   possuem   custos competitivos quando comparados aos obtidos pelos pecuaristas brasileiros, está levando os principais  países  importadores,  notadamente  União  Européia  a  buscarem  alternativas  as cotas e tarifas usadas até o momento, e consideradas ilegais pela Organização Mundial do Comércio.

 

Por Franciny Tavares

criado por scombati    14:48 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

11/12/08

Temos o maior rebanho bovino do mundo?

Tamanho do rebanho de bovinos segundo dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do IBGE, em 26/11/2008, há no Brasil 205.886 milhões de bovinos, caindo 3% dos números de 2006, ou seja, cerca de 200 mil bovinos. O IBGE diz que a queda brasileira ocorreu devido a descapitalização dos produtores em 2006 e que por consequência minou os investimentos para 2007.

O número de bovinos ultrapassa o número da população brasileira, que é de 169.799.170 habitantes.

Com base nisso tudo, temos o maior rebanho do mundo?!

Em síntese, temos o maior rebanho comercial do mundo, mas o maior rebanho de animais é o indiano que em número de cabeças é maior do que o brasileiro, porém devido a questões religiosas não pode ser comercializado.

Alguns dados:

- O Brasil produz aproximadamente 7,68 milhões de toneladas de carne bovina;
- O boi brasileiro é considerado “boi verde”, pois alimentação é quase 100% baseada em pasto, o que resulta em um menor teor de gordura;
- O custo aproximado da produção de carne no Brasil é de US$ 0,90, enquanto na Argentina é de US$ 1,30 e nos Estados Unidos de US$ 1,90;
- O Brasil exporta hoje carne para mais de 100 países, sendo o maior exportador de carne do mundo.

Com base em tudo isso, temos(Brasil) total condição de manter a liderança no mercado mundial de carne bovina. Basta boa gestão e seriedade!

Até lá e sucesso!

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    15:00 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , , , ,

Direcionamento da carreira - Por Gerson Júnior

Hoje de manhã fazendo aquela velha caminhada e ouvindo a CBN, ouvi a coluna Mundo Corporativo, com o caro Max Gehringer, na coluna de hoje ele respondeu ao e-mail de um jovem, que no final do ano irá se formar em Economia e “antes de enfrentar o mercado de trabalho” estava em dúvida entre 4 direcionamentos:

1 - Fazer um MBA em gestão estratégica de negócios;
2 - Fazer uma pós graduação em Tecnologia da Informação;
3 - Fazer um mestrado;
4 - Passar um ano no exterior para que pudesse ser fluente em inglês.

Ao ouvir essas 4 opções do ouvinte, me veio a cabeça… “Putz, olha as opções do cara, e eu aqui, simplesmente trabalhando!!”, mas… fiquei bastante contente com o direcionamento que escolhi depois da resposta de Max Gehringer.

Ele falou que o jovem deveria escolher a opção de número 5 que era justamente a opção que ele havia descartado, ou seja, enfrentar o mercado de trabalho (não preciso dizer que neste momento veio um imenso sorriso no meu rosto e a sensação de “estou indo no caminho certo”). É isso, segundo Max Gehringer no mercado de trabalho é que voce realmente vai ver o que o mercado precisa que você faça, é lá que você vai ter as mais variadas experiências e tarefas que você gostará de fazer ou que achará inútil para sua vida e aí sim, após isso você poderá ver melhor a diferença entre o mundo real e o mundo que os acadêmicos pregam e como eles gostariam que as coisas funcionassem.

Portanto amigos trabalhadores como eu, estamos no caminho certo! Mas… que que fique claro que não é por isso que você não vai fazer um MBA, um Mestrado ou alguma especialização do tipo, CLARO QUE SIM, mas de acordo com a real necessidade do mercado e claro com suas reais vontades de dar um upgrade na sua carreira!

Clique aqui e ouça a coluna!

De 18 de novembro de 2008

Gerson Júnior

criado por scombati    13:35 — Arquivado em: Administração — Tags:, , ,

9/12/08

Apaixonados por administração

 

Eu sou e você ?

criado por scombati    12:21 — Arquivado em: Sem categoria

2/12/08

Está na hora de repensar o telemarketing

Desde o mês 09, já se falava da nova lei que viria para mudar as regras dos setores de atendimentos de telecomunicações, bancos, planos de saúde, TV por assinatura, saneamento básico, aviação civil e energia elétrica.

Esta lei basicamente oferece um atendimento melhor e objetivo ao cliente, algo que deveria ser básico! Porque o consumidor na maioria das vezes era tratado com extremo descaso, falta de atenção e falta de educação. Basicamente o pensamento era: Enrole o cliente o máximo para que ele desista de cancelar o produto ou serviço que ele havia contratado anteriormente para que continuemos com o cliente.

Só que as empresas não levam em conta que cliente insatisfeito, uma hora vai parar de consumir e ainda fará publicidade negativa sobre a empresa. Por exemplo, já vi pessoas falando mal do provedor Terra devido a enrolação e falta de objetividade para a resolução do problema. E além disso, pediam para nunca utilizar o serviço do mesmo.

A publicidade negativa é extremamente prejudicial para a empresa, pois dificilmente um consumidor insatisfeito, volta a consumir produto da empresa.

Por isso já passou da hora de repensar o telemarketing, pensando nele com uma ferramenta de fidelizar o cliente, de ter o cliente como principal motivo da existência da empresa e não trata-lo com descaso.

Até mais e sucesso!

Por Daniel P. Scombati
Administrador de Empresas e Analista de Sistemas
Sócio Consultor da DS&G Consultoria Empresarial Ltda.

criado por scombati    13:21 — Arquivado em: Marketing
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